Ratinho Junior sobe em pesquisa e aparece empatado com Lula no segundo turno, aponta Genial/Quaest
O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), desponta como um dos principais nomes da direita para a corrida presidencial de 2026. Segundo a nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (5), Ratinho aparece tecnicamente empatado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno.
De acordo com o levantamento, o governador paranaense subiu três pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, realizada em março, e agora conta com 38% das intenções de voto, contra 40% do atual presidente. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, o cenário configura empate técnico.
Além de Ratinho, outros nomes da direita também aparecem empatados com Lula em um eventual segundo turno, entre eles: Tarcísio de Freitas (Republicanos), Michelle Bolsonaro (PL), Eduardo Leite (PSD) e Jair Bolsonaro (PL).
Ratinho se consolida como nome forte da direita
O levantamento mostra ainda que, no cenário sem a candidatura de Jair Bolsonaro, Ratinho Junior surge como um dos favoritos dentro do campo da direita. Ele aparece com 11% das intenções de voto, ficando à frente de nomes como Pablo Marçal (PRTB), Ronaldo Caiado (União Brasil), Eduardo Bolsonaro (PL) e Eduardo Leite (PSD).
Apesar disso, Ratinho fica atrás de Michelle Bolsonaro, que ocupa a segunda colocação nesse cenário, e de Tarcísio de Freitas, atual governador de São Paulo, que também se consolida como um dos preferidos do eleitorado conservador.
Dados da pesquisa
A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 pessoas em 120 municípios brasileiros, entre os dias 29 de maio e 1º de junho. Todos os entrevistados têm 16 anos ou mais. O levantamento tem nível de confiança de 95%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Cenário aberto para 2026
Os números indicam que o cenário para 2026 segue indefinido e bastante competitivo, com um eleitorado dividido e atento aos movimentos dos principais líderes políticos. Ratinho Junior, que até então tinha uma projeção mais regional, começa a se consolidar como uma liderança nacional, com capacidade real de disputar o Palácio do Planalto.


